O museu como um gerador do passeio científico, uma descoberta do existente humano, da exploração cientifica. Desde suas relações mais pré-históricas até as mais nobres descobertas humanas.

A edificação é o prolongamento do existente, em uma mudança necessária para a melhor exploração espacial da museologia local. Assim a praça espaço e tempo incorpora-se   no percurso a ser traçado pelo visitante, sua forte relação visual com o café possibilita uma nova exploração local. Dela nasce à mudança funcional da edificação, transformando-se do trabalho cotidiano para a contemplação e exploração do conhecimento cientifico humano.

O espaço museológico inicialmente neutro possibilita mutações recorrentes e consideráveis, ele não está preso a sua função inicial, mas sim a sua qualidade espacial.

O edifício está moldado à topografia, e assim possibilita diferentes relações de  escalas, de visuais,  encontros e possibilidades. Pois através dos distintos níveis gerados foi possível elaborar percursos que compreendem espaços comprimidos, espaços amplos, espaços para ver e espaços para serem vistos.

A edificação é circundada por espaços técnicos, que se viabilizam pela estrutura em pórticos perfurados. Devido às perfurações, as mais distintas logísticas técnicas museológicas podem ocorrer, não somente pelo piso ou forro, mas sim por todo o espaço circundante da edificação.

O espaço coberto de chegada do museu possui um jogo de triângulos metálicos de tonalidades vermelhas. Sua estrutura portante diminui a pressão sofrida pela ação dos ventos, além de criar um interessante espaço fractal. Espaço que contem e realça a entrada e saída do percurso museológico.

A vedação exterior utilizada foi placas metálicas perfuradas, devido aos aspectos plásticos e funcionais, decorrente da estrutura porticada escolhida, além de atribuir do um aspecto sóbrio e monolítico da edificação. A qual revela somente suas aberturas no período noturno, enfatizando o acesso e o café, únicas aberturas desprovidas de placas metálicas.

Museum as generator of the scientific promenade, a discovery of the existing human being, the scientific exploration. Since it’s prehistoric relations until the noblest human beings discoveries.

The construction is the continuum of the existing one, in a necessary change for the best space exploration.

Thus the square is incorporated in the passage to be traced by the visitor and the strong visual relation with the coffee makes possible a new local exploration. From the square born the functional change of the building, changing itself from the daily work to a contemplation and exploration of the human scientific knowledge.

Initially the neutral space makes possible recurrent and considerable mutations. The building is molded to the topography, and thus it makes possible different relations of scales, appearances, meeting and possibilities. Thus the promenade is an experience to be acquired beyond its expositions.

The construction is surrounded by technical galleries that turn possible the most distinct exhibitions, not only for the floor or lining, but also for all the surrounding space of the construction.

The main access is in a triangulated metallic cave, Its structure diminishes the pressure suffered for the action of the winds, beyond create an interesting fractal space.

status: concurso
equipe: Gustavo Utrabo e Juliano Monteiro
localização: Campinas SP, Brasil
cliente: Unicamp
área do terreno: 15.000 m2
área construída: 5.000 m2
ano do projeto: 2009

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